quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Evolucionistas não entendem a origem da vida!

Um preeminente químico, reconhecido neste ano como um dos 50 cientistas mais influentes do mundo, diz que a maioria dos cientistas não entende como a evolução poderia explicar a existência da vida. O Dr. James Tour é um professor bem conhecido na Universidade Rice, especializada em química. Ao longo dos últimos 30 anos, Tour foi autor de mais de 500 pesquisas publicadas, e foi reconhecido como um dos “50 cientistas mais influentes do mundo atual”, pelo thebestschools.org. Tour também recebeu prêmios e reconhecimentos da Sociedade Química Americana, Thomson Reuters, Honda, Nasa e outros. Em um vídeo lançado em 2012, Tour explicou que ele tem tido experiência extensiva estudando a origem da vida. “Vou contar-lhe que como cientista e químico sintético”, Tour diz, “se alguém devia entender a evolução, seria eu, porque faço moléculas para ganhar a vida, e não apenas compro um kit, e misturo isso e mais isso e obtenho aquilo. Quer dizer, ab initio, eu faço moléculas. Eu entendo o quão difícil é fazer moléculas.”

A despeito de suas experiências e expertise, Tour admite que não entende como a evolução poderia contar para a existência da vida. “Eu não entendo a evolução, e vou confessar para você”, ele diz no vídeo. “Para mim está tudo bem dizer que ‘eu não entendo isso’? Está tudo bem? Eu sei que há um monte de pessoas lá fora que não entende nada de síntese orgânica, mas entendem de evolução. Eu entendo um monte sobre fazer moléculas; eu não entendo a evolução. E você poderia apenas dizer: uau! Isso deve ser realmente incomum!”

Todavia, Tour diz que ele não é o único que não entende como a vida poderia ter surgido de processos naturais e não guiados. “Deixe-me dizer a você o que acontece nos bastidores da ciência – com os membros da Academia Nacional, com vencedores de prêmios Nobel”, declarou Tour. “Eu me assentei com eles, e quando estávamos sós, não em público – porque é uma coisa apavorante, se você diz o que eu acabei de dizer –, eu disse: ‘Você entende tudo isso, de onde tudo isso veio e como aconteceu?”’ A resposta que Tour inevitavelmente recebe é: “Não.”

“Toda vez que eu me assento com químicos sintéticos, que entendem isso, eles dizem ‘Ah-hã. Não’”, afirma Tour. “E se eles estão com medo, e querem dizer ‘sim’, então não dizem nada. Eles apenas olham pra mim, porque eles não podem sinceramente fazer isso.”

É justo dizer que há uma importante diferença entre microevolução e macroevolução – a primeira é claramente observável e repetível, mas a segunda nunca foi testemunhada. “De tudo o que eu posso ver, a microevolução é um fato; nós a vemos ao redor de nós com respeito às pequenas mudanças entre as espécies, e os biólogos demonstram esse procedimento nos seus laboratórios diariamente. Então, não há argumentos a respeito de microevolução”, ele escreve em uma postagem de blog. “O centro do debate, para mim, então, é a extrapolação da microevolução para a macroevolução.”

Depois de reconhecer que os evolucionistas são “coletivamente desnorteados” pela origem da vida, Tour junta-se a perto de 900 outros cientistas ao assinar uma Dissenção Científica do Darwinismo, que declara: “Nós somos céticos quanto às reinvindicações de que a habilidade de mutações aleatórias e da seleção natural leve à complexidade da vida. Exames cuidadosos das evidências da teoria darwinista devem ser encorajados.”

Se a evolução não pode contar para a existência da vida, então como a vida foi originada? Tour diz que a resposta mais razoável é simples. “Eu creio fundamentalmente que Deus criou a todos nós”, ele disse à Houston Chronicle.

(Christian News)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A Ignorância do Pré-conceito

Vivemos em uma paranoia pós-moderna de um discurso fictício da felicidade constante. Observe as redes sociais. Quantos publicariam fotos de um “velório”? Todos em um frenesi para demonstrar que estão felizes e que desejam realmente a felicidade. Quando na realidade, se constrói uma postura imatura para lidar com as mazelas da vida. Fico então a me perguntar: Quem realmente é feliz? Quantos realmente são felizes?

Há aqueles que se tornam tão íntimos do Divino que espontaneamente perdem o medo de assumir sua história, adquirem força o suficiente para reconhecer suas fragilidades e por fim, tornam-se emocionalmente saudáveis.

São os que compreenderam o beneficio do "mal", pois é na fornalha que crescemos, é no inverno da alma que se aguarda a primavera. Mais aprendemos quando sofremos do que quando nos alegramos, afinal de contas, quantas grandes lições extraímos em meio a felicidade? Quando tais momentos chegam, desejamos apenas usufruir.

Por outro lado, há os que são tão expressivos em comentar o mundo em que estão, mas emudecem diante do mundo que são. Vivem o paradoxo da solidão. Convivem com multidões e ao mesmo tempo, estão isolados dentro de si, construindo uma ditadura.

Para esses, suas verdades são eternas, o mundo é apenas do tamanho da sua cultura. Rígidos na maneira de pensar, vivem um cárcere intelectual. Não ousam duvidar de seus conceitos para se esvaziarem intelectualmente e se abrirem para outras possibilidades de pensar. Vivem a ditadura do preconceito e negam quaisquer possibilidades de derrubar os dogmas de sua mentalidade.

Esses, são os que jamais se introduzirão para uma nova maneira de ver a vida e compreender o mundo. E ao observarem a vida alheia, não cogitam acerca das origens do observado. Não se preocupam em questioná-lo honestamente. Para eles, o individuo observado jamais derramou lágrimas, não possuíra uma família, não tivera infância, não sofrera, não construíra relacionamentos, enfim, não possui uma história. Para os ditadores do preconceito, a história das pessoas é anulada.

Por fim, cabe ressaltar que o ser humano é uma grande pergunta ambulante. Vaga por dezenas de anos procurando respostas e tentando explicar o mundo, quando na realidade, tem que admitir que explicar a si mesmo é o maior desafio da sua própria inteligência.

Felizes são aqueles, que observando, procuram encaixar as peças do quebra-cabeça interior.


J. R. Habkost

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Veganos em Florianópolis


Nota: Embora não tenha sido declarado na matéria o Adventismo (até por não ser o foco, mesmo que tenha sido citado e explanado nos "bastidores"), fica implícito nas entre-linhas um objetivo maior no estilo de vida. Foi gratificante poder participar e de alguma forma contribuir para o avanço da mensagem de saúde que com tanto carinho foi confiada por Deus aos adventista à mais de 100 anos.

Segue a matéria:

De bolonhesa de soja a salada e massas. A vegetariana Gabriela Andrade, 36 anos, nunca teve problemas em comer bem e se manter saudável. A carne não faz parte de seu cardápio há 20 anos, mas ela garante que não faz falta. “A digestão é melhor e não sinto falta da carne, aliás, nunca fui muito fã”, garante. Atleta, ela não tem dificuldade para comer o que gosta e fazer um prato bem colorido e saboroso. Gabriela mantém na alimentação os ovos e derivados do leite – muitos vegetarianos não se alimentam de ovos e leite.

Encontrar um vegetariano em Florianópolis não é uma tarefa difícil. A cada dia, novas pessoas optam por uma alimentação mais saudável e regrada. Mas a falta de locais que ofereçam este tipo de alimento ainda é um problema para alguns vegetarianos. É o caso da estudante Bárbara Kassulke, 24. “Tenho dificuldades para encontrar alimentos, pois quase tudo tem carne em comida pronta na rua, mas cozinhando em casa fica mais fácil”, garante.

Para Bárbara, é preciso mais restaurantes vegetarianos na Capital, e também maior inclusão de alimentos sem carne nos restaurantes e cafeterias. “Conheço, no máximo, três restaurantes não vegetarianos que servem soja”, afirma.

Com uma alimentação bem reforçada, saúde em dia e o acompanhamento de uma nutricionista, Gabriela está preparada para os treinos diários de corrida. O fato de ser vegetariana nunca atrapalhou essa rotina. Desde os 18 anos foram mais de 150 provas disputadas.

Mas hoje, depois de tantos anos, Gabriela encontra um grande desafio: ter comida vegetariana para levar em uma corrida na Amazônia, que durará seis dias. São 254 quilômetros de prova na Jungle Marathon.
Como é uma corrida autossuficiente e no meio da floresta, cada competidor precisa levar seus próprios suplementos desidratados. “Ainda não sei o que farei a respeito. Estou em contato com pessoas que participaram da prova e que sejam vegetarianas, mas ainda não encontrei quem pudesse me auxiliar”, diz.

A luta dos veganos
Se quem não come apenas carne já tem dificuldades para encontrar locais que ofereçam boas opções, imagina para os veganos, que além dos alimentos derivados de carne excluem da dieta todos os produtos de origem animal, tanto da dieta como de tudo que consomem, incluindo cosméticos, vestuário e calçados. Ou seja, os veganos excluem qualquer forma possível de exploração animal de seus ingredientes ou processos de manufatura.

Há três anos em Florianópolis, o designer gráfico Jean Rosa afirma que a maior luta é por locais que ofereçam lanches veganos, pois hoje as opções são bem restritas. Jean é ainda mais radical. Ele restringe também de sua dieta as bebidas alcoólicas, café e evita os corantes. “Vejo a questão da ética, mas também da saúde”, conta o designer, que tem o hábito de ler rótulos para saber exatamente o que os produtos oferecem.

Granola, frutas, doces integrais e carne de soja fazem parte da alimentação de Jean. Apesar de precisar se atentar aos detalhes, ele não reclama, pois a prioridade é a saúde. “Sempre tive problemas respiratórios e não encontrava solução. Comecei a buscar uma alimentação mais regrada e notei logo no início uma respiração melhor, um vigor físico. Raramente fico gripado e me sinto mais leve”, diz.
Jean é vegano há oito anos e garante que para uma alimentação equilibrada, não precisa de muito segredo: “Basta ter um prato bem colorido e variado, com leguminosas, vegetais”.

Sabiá Burguer, um slow food que deu certo
Há pouco mais de um ano em Florianópolis, o casal vegano Ingryd Calazans e Ivan Silva sentiam falta de um local que oferecesse lanches especializados para o público vegano. Para sair da mesmice, e oferecer às pessoas que sentiam essa mesma carência, o casal montou a primeira hamburgueria vegana no bairro Rio Tavares, onde residem: o Sabiá Burguer. Em pouco mais de um mês, o resultado tem surpreendido os jovens. “Apesar de novo, o comércio já é um sucesso. Vendemos cerca de 30 lanches por dia”, conta Ivan, que é cozinheiro.

Do pão ao queijo, tudo é produzido de forma artesanal, e as entregas são feitas de bicicleta, no Campeche, Rio Tavares, Canto da Lagoa e Lagoa da Conceição. O lanche conta apenas com produtos orgânicos.
Com opções que vão de lentilha, saladas, grão de bico, molhos de berinjela a maionese caseira vegana, o público conta com um cardápio variado, e a média de preços fica em torno de R$ 13, similar a um lanche comum. “A nossa ideia é oferecer um lanche saboroso, que preza pela qualidade. Então é slow food, e não fast food”, brinca Ivan, sobre a forma que são feitas as entregas.

E não são apenas os veganos que procuram os lanches do Sabiá Burguer. De acordo com Ingryd e Ivan, 30% do público não são veganos, e muitos procuram o lanche por questão de saúde, e curiosidade.

ESTILOS DE VIDA


Vegetariano
Vegetarianismo é o regime alimentar segundo o qual nada que implique em sacrifício de vidas animais deva servir à alimentação. Assim, os vegetarianos não comem carne e seus derivados, mas podem incluir em seu regime, leite, lacticínios e ovos.

Tipos de vegetarianismo
* Ovolactovegetariano: consome ovos, leite e laticínios.
* Lactovegetariano: consome ovos, mas faz uso de leite e laticínios.
* Vegano: vegetariano estrito, que recusa o uso de componentes animais não alimentícios, como vestimentas de couro, lã, seda e produtos testados em animais.
* Crudivorista: vegetariano estrito, que utiliza alimentos crus ou aquecidos a, no máximo, 42 graus. A utilização de alimentos em processo de germinação, como cereais integrais, leguminosas e oleaginosas, é comum nessa dieta.
* Frugivorista: vegetariano estrito, que utiliza apenas frutos na sua alimentação. Neste caso, o conceito de frutos segue a definição botânica, que inclui os cereais, alguns legumes (abobrinha, berinjela), oleaginosas e as frutas.
* Semi-vegetariano: faz uso de carnes, geralmente brancas, em menos de três refeições por semana. Alguns consideram semi-vegetariano o indivíduo que come carne branca apenas uma vez por semana.

VeganoVeganismo é uma opção de vida de pessoas que por razões éticas (relacionadas ao respeito aos direitos animais) prescindem do uso de qualquer produto de origem animal.

O que um vegano não faz
* Não come nenhum produto de origem animal (frango, peixe, leite, ovos, gelatina…)
* Não usa roupas feitas com couro, peles, lã, seda…
* Busca boicotar empresas que façam testes com animais.
* Não vai a circos, zoológicos, touradas, rodeios ou qualquer forma de entretenimento que utilize animais.
* Não compra animais de estimação, afinal, amigos não se compram.

Notícias do Dia

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Biografias - Uma Orgulhosa Polemica

Mediante a "grande" polemica quanto às biografia autorizadas ou não, o que dizer dos aspectos literários e biográficos dos quatro evangelhos?

Dos quatros evangelho e seus respectivos autores, Marcos e Lucas não pertenciam aos doze discípulos, então eles escreveram sobre Cristo baseados num processo de investigação de pessoas que conviveram com Jesus, o que poderíamos aplicar como sendo uma “biografia não autorizada”, embora as biografias de Cristo não são biografias no sentido clássico, como as que conhecemos hoje, os evangelhos retratam a sua história, portanto podemos sim, dizer que eles representam as suas biografias.

Como qualquer bom pesquisador, seria interessante investigar a construção dos pensamentos descritos nas quatro biografias, observando a sua lógica, limites e alcances de sua inteligência literária, e para analisar esses textos é necessário imergir no próprio texto e interpretá-lo multifocalmente e isento, tanto quanto possível, de paixões e tendências. Isso seria uma verdadeira e sincera busca literária para as compreensões dos fatos ali descritos.

No momento em que estamos, diante dos debates polêmicos, há inúmeras situações em que os artistas envolvidos, se declaram (ainda que nas entrelinhas) temerosos quanto a que tipo de informações será ou é descrita em tais biografias não autorizadas. Esse medo de fato é aceitável, uma vez que compreendemos por exemplo, que todo ser humano não tem naturalmente interesse algum que seus atos falhos sejam expostos de maneira publica, visto que uma biografia em geral sempre será analisada com uma profunda imersão que muita das vezes não estará isenta de paixões e tendências pela maioria dos leitores.

Agora repare, Mônica Bergamo (colunista do Folha) fez a seguinte declaração no TV Folha: “Um artista, um político, até um jornalista, ele faz a sua vida em uma relação com o publico, então o publico tem o direito de saber coisas sobre ele, agora, é tudo? Não! Por exemplo, o psicólogo do Chico Buarque não pode dar uma entrevista falando sobre o que o Chico Buarque fala, porque isso é intimo dele.”, e o cantor Roberto Carlos em entrevisto ao Fantástico afirmando ser a favor das biografias não autorizadas afirmou: “Sem autorização, porém, com certos ajustes, certas coisas que tem que acontecer... Isso tem que se discutir, são muitas coisas... Tem que haver um equilíbrio e alguns ajustes para que essa lei não venha prejudicar nem um lado nem o outro. Nem o lado do biografado nem o do biógrafo e que não fira a liberdade de expressão e o direito à privacidade.”. Em ambas as citações é tacitamente notável que há um interesse supremo de preservar o “vexame” por atos, fatos e atitudes tomadas em um passado que até o momento da possível publicação, estava “morto”.

Em contra partida, veja que paradoxo. Muitos afirmam que as biografias de Cristo são frutos da imaginação dos seus autores e que os relatos ali contidos não são verídicos, porém se os evangelhos fossem realmente fruto da imaginação literária, os autores não falariam mal de si mesmos, não comentariam a atitude frágil e vexatória que tiveram ao se dispersarem quando Cristo foi preso, demonstrando sua fragilidade e confusão.

Não relatariam que Pedro negou a Cristo e não somente uma vez, mas três vezes, mesmo tendo sido relatado anteriormente o juramento do mesmo de nunca negar o Mestre, e o mais intrigante de se pensar é: quem contou aos autores dos quatro evangelhos que Pedro negou a Cristo? Pedro estava só quando cometeu o ato e só Jesus, conforme descrito no evangelho de Lucas, teve a percepção e olhou para Pedro. Só nos resta uma escolha, ele mesmo! O discípulo teve a coragem de contar. Que autor falaria mal de si mesmo? Pedro não apenas contou os fatos, mas expôs os detalhes da sua negação.

Um dos artigos questionados pela ANEL (Associação Nacional dos Editores de Livros) previsto na Lei Nº 10.406, De 10 de Janeiro de 2002, determina que é preciso autorização para a publicação ou uso da imagem de uma pessoa. E que a divulgação de escritos, a transmissão, publicação ou exposição poderão ser proibidas se atingirem a honra, a boa fama, a respeitabilidade ou se tiverem fins comerciais.

E se essa lei tivesse vigor diante dos acontecimentos da era cristã, em que as biografias da vida de Cristo (que por conseqüência abarcam também aspectos da vida de Seus discípulos) estavam sendo escritas e publicadas, teríamos tamanho impacto pela sinceridade e coragem de afirmar suas próprias falhas? Creio que talvez fossem até mais impactantes, contudo resta-nos pensar até que ponto a lei e as intenções dos artistas atuais, afetam o relato literário, porque pela ótica dos evangelhos, o ato de revelar a falha tornou-se algo sublime e evidencia de modo bastante convincente a veracidade das histórias ali contidas.

Roberto Carlos, ainda em entrevista ao Fantástico declarou estar escrevendo sua autobiografia e quanto a isto afirmou: “Eu estou escrevendo a minha história e informando muito mais a essas pessoas sobre a minha vida, sobre as minhas coisas, muito mais que qualquer outra fonte... Eu vou contar tudo o que eu acho que realmente tem sentido de eu contar com relação aquilo que eu senti e que vivi.”, repare que anteriormente ele declarou concordar com uma biografia não autorizada sob as condições de ajustes e agora ele afirma que vai contar tudo o que ele mesmo acha ser conveniente de se relatar.

Se aplicarmos esta situação aos evangelhos notaremos algo extremamente intrigante, primeiramente porque todos eles são em teoria biografias não autorizadas, depois, que são quatro biografias relatando aparentemente a mesma história, contudo escritas por pessoas completamente diferentes umas das outras, com suas personalidades, profissões e históricos de vida distintos, o que consecutivamente influência drasticamente na sua visão de mundo. Diante disto, onde está o Biografado reclamando seus direito autorais? Onde está o Biografado, Cristo, acordando com os biógrafos quais fatos deveriam e quais não deveriam ser expostos? Em momento algum vemos essa interferência da parte de Jesus, até porque elas são escritas após a Sua morte, ressurreição e ascensão aos céus.

Se Roberto Carlos estiver certo quando afirmou isto, também ao Fantástico: “O biografo, ele pesquisa uma história que está feita pelo biografado, então na verdade, ela não cria uma história, ele faz um trabalho e narra aquela história, que não é dele, que é do biografado e a partir do que ele escreve, ele passa a ser dono dessa história, isso não é certo.”, podemos presumir que grande risco e paradoxalmente que grade amor Deus teve ao permitir que Seus escritores expressassem com suas próprias palavras os relatos de Sua vida.

É possível enxergar o quanto Cristo foi bem resolvido consigo mesmo quando esteve na terra, sua segurança era tão certeira que ao ter início os relatos biográficos, Cristo sabia que por Suas atitudes passadas, a vida de tais escritores seria tão profundamente impactada, que não sentiriam necessidade de esconder, manipular, mentir ou omitir fatos que envolviam não só a vida de Cristo, mas a de seus contemporâneos bem como a deles mesmo.

Mário Magalhães em entrevista ao TV Folha firmou que “não dá para o Brasil continuar tendo uma lei que impede que se conte a história de personagens que se tornaram, quase todos eles, figuras publicas por decisão própria.”, e que “a censura prévia é ante-democrática, ela fere os direitos gerais de liberdade de expressão e de informação estabelecidos na Constituição de 1988.”, pois bem, é perfeitamente compreensível e até aceitável tais afirmações, são escolhas de cunho próprio que colocam o artista ou personagem em evidência publica, e sim, todos tem o direito de expressão bem como de informação. Neste contexto, interessantemente Deus cumpri perfeitamente tais direitos, pois permitiu que quatro escritores relatassem por livre expressão linguísticas e cultural os fatos da vida de Cristo bem como respeitou a tal ponto o direito de informação de todo ser vivente, que fatos vergonhosos foram mantidos para a além de “à nível de informação”. O que na realidade, faz de Deus um artista destituído de vergonha ou orgulho, mas profundamente emergido em sabedoria ao preservar as falhas de Seus seguidores para o sublime cunho educativo bem como transformador da alma humana.

Jean R. Habkost
São Paulo, 11 de Novembro de 2013

domingo, 29 de setembro de 2013

Ben Carson e a Democracia Americana (de Obama)


Obs.: É necessário ativar a legenda no player do vídeo, caso não haja compreensão do inglês.

Premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade e dono de 27 títulos honorários de doutorado, considerado por muitos o maior neurocirurgião do mundo, o famoso médico norte-americano Dr. Benjamin Carson deixou o presidente Barack Hussein Obama visivelmente desconfortável durante discurso proferido recentemente no tradicional National Prayer Breakfast.

O National Prayer Breakfast é realizado em Washington, DC, na primeira quinta-feira de fevereiro de cada ano. O evento é organizado pela entidade cristã chamada The Fellowship Foundation e os anfitriões são os congressistas norte-americanos. Na edição de 2013, ‘Ben’ Carson, como é conhecido nos EUA, foi o convidado.

Carson falou por mais de 25 minutos e abordou temas tão variados quanto educação, responsabilidade individual e o pensamento politicamente-correto. Além disso, o renomado cientista, que é conservador, obrigou Obama a engolir em seco diante de suas pesadas críticas às políticas públicas da gestão atual. Ele falou ainda sobre sua infância pobre e acerca de sua fé em Jesus.

No hospital Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, ele também é professor de neurocirurgia, cirurgia plástica, oncologia e pediatria e autor de mais de 90 publicações sobre neurocirurgia. Em 2009 teve sua história de vida contada no filme ‘Gifted Hands’ [Mãos Talentosas], no qual foi interpretado por Cuba Gooding Jr.

São vídeos como esse que evidenciam as profundas diferenças entre a democracia brasileira e a norte-americana. Além de figurar discretamente na ‘mesa-diretora’ do evento e se limitar a ouvir calada e respeitosamente as provocações que Benjamin Carson fazia da tribuna, Barack Obama não recebeu nenhum tratamento distinto da parte do palestrante, sequer um aperto de mão. Lá, no debate de idéias, presidentes são tratados como pessoas comuns. E eles mesmos, no fundo, sabem que são.

Vale ressaltar as devidas publicações em português do Dr. Carson com suas devidas sinopses:

Ben Carson - Autobiografia

Ben Carson era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava más notas na escola. Entretanto, aos 33 anos, ele se tornou o diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, Estados Unidos. Em 1987, o Dr. Carson alcançou renome mundial por seu desempenho na bem-sucedida separação de dois gêmeos siameses unidos pela parte posterior da cabeça – uma operação complexa e delicada que exigiu cinco meses de preparativos e 22 horas de cirurgia. Sua história, profundamente humana, descreve o papel vital que a mãe, uma senhora de pouca cultura, mas muito inteligente, desempenhou na metamorfose do filho, ajudando a transformar um menino sem perspectivas em um dos mais respeitados neurocirurgiões do mundo.

Risco Calculado

Em nossa cultura que tenta evitar o risco a todo custo, estimamos muito o valor da segurança. Mas, ao nos protegermos dos riscos, perdemos a grande aventura de viver a vida em todo seu potencial. Com exemplos pessoais, o Dr. Carson nos convida a enfrentar os riscos presentes em nossa própria vida. Você encontrará informações que o ajudarão a se livrar do medo de se arriscar para que seja capaz de sonhar alto, agir com confiança e colher recompensas que jamais imaginou.






Sonhe Alto

Sonhe alto é uma ampliação do último capítulo da autobiografia intitulada Ben Carson, que conta a história do menino pobre que se tornou neurocirurgião de fama mundial.




terça-feira, 16 de julho de 2013

As Irmãs Brown

Em 1975, o fotógrafo americano Nicholas Nixon tirou uma foto de sua esposa Bebe ao lado de suas três irmãs. A partir disso, eles tiveram a ideia de tornar a fotografia uma tradição anual.

Desde então, as irmãs Brown – Heather, Mimi, Bebe e Laurie – tiraram uma foto por ano até 2010. Para tornar a série mais coerente, as quatro sempre posaram na mesma ordem.

Isso resultou em um registro incrível de 36 anos. A mais nova das irmãs, Mimi, tinha apenas 15 anos na primeira foto, e a mais velha, Bebe, estava com 61 anos na última. Quando Nixon começou a tirar os retratos, as irmãs Brown tinham entre 15 a 25 anos.

Mesmo que as imagens não sejam deslumbrantes do ponto de vista artístico, elas certamente tocam o coração. Ver como as estações, a moda e os cortes de cabelo mudaram ao longo da série, enquanto uma coisa permaneceu a mesma – o forte vínculo familiar -, traz uma sensação boa e nostálgica.

A série, intitulada “As Irmãs Brown” (The Brown Sisters) foi exibida na Galeria Nacional de Arte (Washington D.C., EUA) e no George Eastman House (Rochester, NY, EUA). Além disso, dois conjuntos foram vendidos em leilões de fotografia em Nova York (EUA).


1975

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1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010